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Em 11 meses muitos se desenvolveram, enquanto outros só promoveram choradeira

Em 11 meses muitos se desenvolveram, enquanto outros só promoveram choradeira
21/11/2025 às 10:11

Impressionante. Enquanto alguns municípios avançam com passos firmes rumo ao desenvolvimento, outros parecem caminhar de costas, tropeçando em problemas que eles mesmos criam ou alimentam. Há administrações que, em vez de governar, optam por cultivar a eterna justificativa, a vitimização constante e o discurso decorado de que “a culpa é do antecessor”. Passou-se um ano — 11 meses completos — e a cantilena segue sendo a mesma: reclamação, lamento, acusação. Gestão que é bom, quase nada.

O curioso é que, durante a campanha eleitoral, o entusiasmo era outro. Promessas para todos os lados. Compromissos grandiosos. Projetos que fariam o município “virar uma potência regional”. O discurso da mudança, da renovação, da eficiência. Mas, no exercício real do cargo, o que se vê é um administrador perdido entre a retórica e a realidade, alguém que parece ter esquecido que ganhou a eleição para administrar e não para produzir dossiês intermináveis sobre quem veio antes. Governar exige coragem, ação e decisão — não choradeira.

A crise de arrecadação existe, é fato, mas virou desculpa pronta para quem não consegue entregar o mínimo. Quando não se cria ambiente para investimento, quando não há incentivo à economia local, quando a porta do gabinete só abre para reclamar — e não para propor — o resultado é inevitável: comerciantes desanimados, empresários insatisfeitos, trabalhadores frustrados e uma comunidade inteira sem perspectivas. O clima é de estagnação, e a sensação de abandono cresce a cada dia.

Enquanto isso, municípios vizinhos — alguns até menores, outros com menos recursos — avançam. Realizam obras, atraem empresas, fortalecem o comércio, melhoram serviços, ampliam políticas públicas. A diferença? Gestão. Planejamento. Vontade de fazer. Não perder tempo alimentando brigas políticas desnecessárias.

Porque, convenhamos: entrar em confronto permanente com governos federal ou estadual não tornará o município mais forte. Pelo contrário. Isolamento político sempre cobra um preço alto. E quem paga essa conta não é o gestor — é a população. Manter a postura de enfrentamento como bandeira política pode até render curtidas nas redes, mas não pavimenta ruas, não melhora estradas, não atrai investimentos e não resolve o drama cotidiano de quem precisa de respostas, não de inimigos imaginários.

Essa é a pura realidade.

E, diante desse cenário, resta à comunidade a amarga constatação: doze meses se passaram e quase nada mudou. Apenas isso. Nada mais que isso.

No ritmo em que as coisas andam, tudo pode acontecer — inclusive nada.

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