
De acordo com as informações registradas pela polícia, a fraude começou quando a vítima recebeu uma mensagem de uma pessoa que se passou por sua advogada. Na conversa, o golpista afirmou que uma ação judicial havia sido julgada favoravelmente ao morador e que ele teria valores a receber.
Para dar credibilidade à história, o criminoso alegou que seriam necessários alguns procedimentos para assegurar a isenção de impostos sobre a quantia supostamente liberada pela Justiça. A abordagem criou uma falsa expectativa de recebimento de dinheiro e abriu caminho para a continuidade da fraude.
Na manhã seguinte, um segundo indivíduo entrou em contato com a vítima, apresentando-se como auditor. Durante a ligação, ele orientou o morador a compartilhar a tela do celular e acessar suas contas bancárias, sob a justificativa de que essas etapas seriam necessárias para concluir os procedimentos relacionados ao processo judicial.
A situação levantou suspeitas, e a vítima decidiu interromper a ligação antes de procurar sua verdadeira advogada. Foi nesse momento que recebeu a confirmação de que estava diante de uma tentativa de golpe.
Ao conferir as movimentações bancárias, porém, o morador constatou que havia sido induzido a realizar uma transferência
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