
Conforme o registro policial, pessoas ainda não identificadas teriam acessado o jazigo e retirado de seu interior restos mortais que estavam depositados no local. Os restos foram encontrados junto à porta da sepultura.
Segundo o relato apresentado às autoridades, os restos mortais pertencem a familiares da comunicante e estavam depositados no jazigo há aproximadamente 40 anos.
A alteração foi percebida após um policial aposentado, responsável por realizar serviços de manutenção e zelar pelo cemitério, visitar o local. No dia anterior, ele havia verificado a situação do cemitério e constatado que o jazigo estava em condições normais.
No dia seguinte, diante das alterações encontradas na sepultura, o responsável entrou em contato com os familiares para saber se alguém da família havia realizado algum procedimento no local. Os familiares informaram que não haviam mexido no jazigo.
Diante da situação, o caso foi comunicado às autoridades policiais e registrado como violação de sepultura. A comunicante informou não possuir suspeitos para a autoria do fato.
Imagens do jazigo após a violação foram anexadas ao registro da ocorrência. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que poderá buscar esclarecer quando e como ocorreu a violação e identificar os responsáveis.
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