
O primeiro clássico Bra-Pel da história da Divisão de Acesso não ficou marcado pela qualidade dentro de campo, mas sim pela tensão e briga.
Após arremesso de rojões e uma briga generalizada, o árbitro Rafael Klein suspendeu a partida nos minutos finais do primeiro tempo. O jogo era válido pela 13ª rodada.
Mandante da partida, o Pelotas entrou em campo com apenas uma mudança. Michel Bennech cumpriu suspensão e retornou à zaga.
Do lado do Brasil, o técnico Júlio César Nunes também contou com o retornou do zagueiro titular. Rafael Dumas cumpriu suspensão e assume a função no trio de zaga. Na lateral-esquerda, sem Streit, suspenso, Sony Anderson foi o escolhido para a ala. Principal dúvida antes da partida, Garré foi para o jogo.
Não só pelo clássico, mas pela importância dos pontos para as equipes, que estão longe de ter a uma classificação tranquila, o jogo foi tenso.
Ainda antes da bola rolar, no cara ou coroa com a equipe de arbitragem os capitães Lucas Hulk e Rafael Dumas discutiram pelo lado de campo.
Depois do apito inicial, a partida foi de poucas oportunidades, com troca constante na troca da posse de bola, e muitos erros individuais.
A primeira finalização aconteceu somente aos 25 minutos. Em cobrança de falta da intermediária direita, Ermel cruzou para o meio da área e encontrou Michel, que cabeceou nas mãos de Carlos Eduardo.
A resposta do Brasil veio no minuto seguinte, também de cabeça. Após cobrança de escanteio de Andrey, Gabriel Mancha apareceu no meio da defesa do Pelotas e cabeceou pelo lado direito do gol.
Aos 28 minutos, após diversos rojões serem arremessados no gramado, Rafael Klein paralisou a partida. Capitão do Pelotas, Lucas Hulk pediu para a torcida do Pelotas parar. Mas não adiantou. O Batalhão de Choque da Brigada Militar precisou ser acionado.
A partida ficou 15 minutos paralisada, sendo retomada somente aos 43 minutos.
Parecia que a partida seguiria de forma normal. Mas não foi o que aconteceu. Aos 52, uma nova paralisação por arremesso de rojões, acertando próximo ao lateral-direito Xavante Genilson.
A paralisação resultou em uma confusão generalizada, com troca de socos entre jogadores e comissões técnicas.
O árbitro encerrou o primeiro tempo, foi para o vestiário e encerrou a partida por falta de segurança.
Pelotas (0)
Guilherme Medina; Lucas Hian, Michel, Jeder e Fabinho; Lucas Hulk e Vitor Oliveira; Jefferson, Mauri e Gustavo Ermel; Brandão. Técnico: Alessandro Telles.
Brasil (0)
Brasil: Carlos Eduardo; Genilson, Rafael Dumas, Vitor Becker, Gabriel Mancha e Sony Anderson; Tetê, Venício, Andrey e Garré; Morbeck. Técnico: Júlio César Nunes.
ARBITRAGEM: Rafael Klein auxiliado por Juarez de Mello, Luciano Luis de Mello e Felipe Vuaden
LOCAL: Estádio Boca do Lobo, em Pelotas.
Quarta-feira (23/9), às 15h, na Vila Olímpica, em Gramado.
Quarta-feira (23/9), às 19h, no Bento Freitas, em Pelotas.
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