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CEO e ex-sócio do Grupo Fictor são alvo de operação que apura desvio de mais de R$ 500 milhões

CEO e ex-sócio do Grupo Fictor são alvo de operação que apura desvio de mais de R$ 500 milhões
25/03/2026 às 10:03

Financeira pretendia comprar Banco Master, de Daniel Vorcaro. Pelo menos 14 pessoas foram presas na ação

 

Uma operação da Polícia Federal contra organização criminosa suspeita de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal prendeu pelo menos 14 pessoas na manhã desta quarta-feira (25) em municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. O grupo é suspeito de desviar mais de R$ 500 milhões. 

De acordo com a GloboNews, entre os alvos estão o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e o ex-sócio Luiz Rubini. O grupo fez uma proposta de compra do Banco Master, de Daniel Vorcaro, na véspera da liquidação da instituição.A financeira entrou na mira da PF após pedir recuperação judicial em fevereiro.

A empresa é investigada por possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional, como gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, emissão de títulos sem lastro, equiparados a valor mobiliário e operar instituição financeira sem autorização. 

Ao todo, são cumpridos 21 mandados de prisão, 43 de busca e apreensão, bem como a determinação da quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas. Também houve o bloqueio e o sequestro de R$ 47 milhões em bens como imóveis, veículos e ativos financeiros.

De acordo com a Polícia Federal, investigação começou em 2024, após a identificação de esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas, inclusive vinculadas a grupo econômico específico, para a movimentação de valores e para a ocultação de recursos ilícitos.

Conforme as investigações, organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para lavagem de dinheiro. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de luxo e em criptoativos, com o intuito de dificultar o rastreamento.

O envolvimento de integrantes do Comando Vermelho (CV) no esquema também é investigado pela Polícia Federal. 

De acordo com o jornal O Globo, a empresa estaria ligada a um esquema de lavagem de dinheiro a partir de atividades ligadas ao tráfico de drogas propagadas pela organização criminosa.

G1RSZH

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