
Uma facção criminosa apontada como responsável pela morte de um homem em março do ano passado é alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira (12). A vítima, de 51 anos, foi encontrada parcialmente carbonizada às margens do Guaíba, na zona sul de Porto Alegre, com as pernas amarradas. O crime teria relação com o tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, este foi apenas um dos homicídios praticados pelo grupo criminoso, que também é investigado pela prática de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
São cumpridas 40 ordens judiciais em Porto Alegre e Gravataí, na Região Metropolitana, no escopo da Operação Punctum Finale. Entre as diligências estão 22 mandados de prisão preventiva — incluindo de um homem de 38 anos apontado como uma liderança da quadrilha. Segundo a polícia, até o momento 13 pessoas foram presas.
Também são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos de participarem da facção, assim como em comércios que seriam usados para lavar capitais e em esconderijos usados pelo grupo.
A ofensiva é realizada em conjunto com a Brigada Militar.
Uma facção criminosa apontada como responsável pela morte de um homem em março do ano passado é alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira (12). A vítima, de 51 anos, foi encontrada parcialmente carbonizada às margens do Guaíba, na zona sul de Porto Alegre, com as pernas amarradas. O crime teria relação com o tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, este foi apenas um dos homicídios praticados pelo grupo criminoso, que também é investigado pela prática de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
São cumpridas 40 ordens judiciais em Porto Alegre e Gravataí, na Região Metropolitana, no escopo da Operação Punctum Finale. Entre as diligências estão 22 mandados de prisão preventiva — incluindo de um homem de 38 anos apontado como uma liderança da quadrilha. Segundo a polícia, até o momento 13 pessoas foram presas.
Também são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos de participarem da facção, assim como em comércios que seriam usados para lavar capitais e em esconderijos usados pelo grupo.
A ofensiva é realizada em conjunto com a Brigada Militar.