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Evento

Município de Santo Ângelo zera compra de vagas na Educação Infantil

01/02/2018

Município de Santo Ângelo zera compra de vagas na Educação Infantil

SMEd abre 326 novas vagas em creches no primeiro ano de Governo e projeta um 2018 sem necessidade de gastos com escolas privadas

O planejamento do Governo Municipal para a área da Educação Infantil de Santo Ângelo já apresenta resultados altamente positivos, tanto para as mães trabalhadoras quanto para os cofres públicos.

Os ajustes promovidos e os investimentos realizados pela Secretaria de Educação (SMEd) nas escolas da rede pública municipal ao longo de 2017 estão zerando a demanda de vagas na Educação Infantil que, por determinação judicial, a Prefeitura era obrigada a comprar junto à iniciativa privada para receber crianças de zero a cinco anos.

O secretário de Educação Valdemir Roepke, apresentou levantamento que mostra a redução gradativa da carência de vagas nas creches. Segundo ele, em 2017, primeiro ano de governo, com a organização das escolas de Educação Infantil, o município abriu 170 novas vagas, reduzindo de 77 para sete o número de crianças acolhidas em creches particulares. Com a implantação de duas novas turmas no interior – Rincão do Sossego e Barra do São João – e a construção de duas novas salas na Escola Municipal de Educação Infantil Modelo, do Bairro Dido, neste ano, não serão necessárias a aquisição de vagas pelo Governo na iniciativa privada.

A economia para o município é significativa: em 2016, último ano da gestão anterior, foram pagos R$ 369.600,00 para creches particulares. Em 2017, o valor foi reduzido para R$ 33,6 mil e, para 2018, não há previsão de investimentos. Os cálculos, de acordo com o secretário, foram feitos avaliando o valor de R$ 400 mensais por vaga mantida pelo município na rede privada de ensino.

Outro número que demonstra a Educação Infantil sendo encarada como prioridade pelo Governo Municipal é o número de crianças matriculadas na rede pública que saltou de 2.385 em 2016 para 2.711 no ano passado, totalizando a abertura de 326 novas vagas.

OBRAS PARADAS

No planejamento de governo para ampliar o número de vagas para crianças filhas de mães trabalhadoras, o prefeito Jacques Barbosa e o secretário Valdemir Roepke têm travado longo embate com o Ministério da Educação para a retomada das obras de duas escolas de Educação Infantil em Santo Ângelo, paralisadas desde 2015.

As escolas estão localizadas nos bairros Ghellar e Aguiar e o município articula junto ao Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) a retomada destas obras, aumentando a capacidade de atendimento para mais 300 crianças em turno integral. O prefeito Jacques Barbosa já se manifestou no FNDE solicitando autorização para que o município mude o projeto inicial e assuma com recursos próprios a conclusão das obras, encerrando o imbróglio que se arrasta há mais de três anos. O FNDE, no entanto, não tem sido sensível ao apelo dos municípios.

Em novembro do ano passado, Santo Ângelo sediou reunião com técnicos da FAMURS que buscam soluções junto ao Fundo para a retomada destas obras. No Estado, segundo a FAMURS, 70 escolas de educação infantil gerenciadas pelo FNDE estão com obras paralisadas.

Foto: Fernando Gomes/Arquivo

 

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