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Afinal quem criou o FABS em Santo Ângelo. Você sabe?

12/12/2017

Afinal quem criou o FABS em Santo Ângelo. Você sabe?

É de rir para não chorar.

Quando me deparo em rede social uma leiga no assunto para abordar o assunto FABS, isto é, a Previdência do Funcionalismo do Município, querendo jogar para a torcida, quando mostra a total desqualificação e despreparo para tratar publicamente da questão.

A moçoila ou senhora me parece estar querendo tapar o sol com a peneira, ou tentando jogar funcionários contra a administração do município.

A moçoila, leiga no assunto esqueceu que o FABS foi criado no governo municipal de 1990, e agora, sabes quem era o prefeito da época. O próprio ex-chefe da moçoila, que se diz entendida do assunto.

Na atualidade, essa bucha que foi aplicada pelo governo de 1990 sem realizar avaliação atuarial, que é um estudo técnico que tem como finalidade avaliar o fluxo das despesas e receitas de um Plano de Benefícios, isso não foi feito quando da criação do FABS, em Santo Ângelo.

O ex-chefe da moçoila deixou de pagar 5 milhões, e nem por isso foi feito estardalhaço sobre o assunto. A hipocrisia é tanta, que chega doer aos olhos quando desentendidos do assunto tentam meter gasolina no fogo.

Agora, o que o chefe da moçoila criou na verdade, nada mais é do que pura nitroglicerina (uma bomba prestes a explodir), pois a divida do FABS na atualidade chega a mais de 400 milhões de reais.

No momento criticar a atual administração sobre essa questão, e apenas meter lenha na fogueira para salvar a pele do chefe, e no mínimo vexatório. Boca fechada não entra mosca, e também não diz bobagens.

O que deveria ter sido feito na época era um estudo técnico condizente com a realidade o que não foi feito em 1990, ou então o chefe da moçoila ter deixado os funcionários no regime de aposentadoria pelo INSS. Assim, tudo estaria resolvido.

Se a moçoila não sabe do assunto, o melhor é ficar quieta para não passar vergonha, ou deixar alguém de saia justa.

Aliás, a sociedade já repudiou esse tipo de atitude, e já não aceita mais posições rancorosas e que nada contribuem para a comunidade local.

Esse comportamento demonstra o total despreparo de pessoas, as quais não são capazes de conjugar o próprio verbo da vida. Só pensam no proveito próprio.

Nada mais que isso.

Jairo Ferreira

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